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Curitiba, 13 de novembro de 2018
 
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Data: 06/11/2018 - 16:08:41

Licitação do lixo irá baratear
sistema em 4%, diz prefeitura

  • “Queremos reduzir distâncias, parar de enterrar resíduos e não gerar passivos ambientais”, afirmou Marilza Dias, secretária do Meio Ambiente.(Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
  • Com aval da Comissão de Meio Ambiente, projeto que autoriza animais nos ônibus já pode ser votado em plenário. (Foto: Rodrigo Fonseca/CMC)
O novo modelo de gestão dos resíduos sólidos de Curitiba e região metropolitana foi apresentado pela secretária municipal Marilza Dias, nesta segunda-feira (5), aos vereadores da Comissão de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Assuntos Metropolitanos. Ela convidou os parlamentares da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) a comparecerem, no dia 12 de novembro, às 19 horas, no auditório do parque Barigui, à audiência pública sobre o edital da concorrência.

> Confira a apresentação do novo sistema aos vereadores

Estimado em R$ 3,31 bilhões para 25 anos, o novo “sistema integrado e descentralizado de tratamento de resíduos e disposição final de rejeitos” tem por objetivo “reduzir distâncias, parar de enterrar resíduos e não gerar passivos ambientais”. A ideia é incluir a triagem dos resíduos e sistemas de transbordo no modelo atual, com quatro pontos de recebimento dentro da Grande Curitiba.

Além de encurtar o deslocamento dos caminhões, o sistema exige que a empresa vencedora da licitação reduza progressivamente o material destinado aos aterros sanitários. “A meta é reduzir em 90% os resíduos em aterros em 10 anos”, disse Marilza Dias. Para isso, a prefeitura se compromete a pagar no máximo R$ 109 por tonelada de resíduos entregues nos pontos de coleta.

O custo total, estima o Conresol (Consórcio Intermunicipal para Gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos), seria de R$ 233,40. A diferença, explicou a secretária, viria das “receitas acessórias”, pois a vencedora estaria livre para gerar receita do material recolhido, de forma que esses recursos componham o pagamento pela prestação do serviço. Ao longo de 25 anos, estima a Prefeitura de Curitiba, a economia seria de 4%.

A reunião da comissão foi presidida por Fabiane Rosa (DC), na presença dos vereadores Colpani (PSB), Goura (PDT), Felipe Braga Côrtes (PSD), Katia Dittrich (SD) e Mauro Bobato (Pode).

Animais nos ônibus

Já pode ser levado à votação do CMC o projeto de Fabiane Rosa que autoriza o transporte de animais de estimação nos ônibus da cidade (005.00012.2018). O parecer que faltava das comissões foi dado nesta segunda por Meio Ambiente, que seguiu a recomendação do relator da matéria, o vereador Colpani. Se aprovada no Legislativo, a matéria será regulamentada pela prefeitura por decreto.


Texto:   José Lazaro Jr.
Revisão:   Pedritta Marihá Garcia
 
Reprodução do texto autorizada mediante citação da Câmara Municipal de Curitiba.


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